O que é um site no GW Server
No menu Sites você instala três tipos: WordPress, Mautic e Custom. Por baixo, os
três são a mesma coisa: aplicações PHP servidas pelo nginx. O que muda é o que o instalador
coloca lá dentro e quais recursos de gestão aparecem depois.
Cada site instalado ganha:
- Um usuário Linux próprio, que não enxerga os arquivos dos outros sites.
- Um pool de PHP próprio, que roda com esse usuário.
- Uma pasta própria com os arquivos públicos, e um banco de dados quando a aplicação usa.
Esse isolamento é o principal ganho de segurança do painel: um site invadido não alcança os
vizinhos, porque roda como outro usuário do sistema. Ver
Como o GW Server protege seu servidor.
Por que não em contêiner
O GW Server também roda Aplicações em Docker: n8n, Typebot, Chatwoot e
outras. Mas aplicações PHP não vão para contêiner aqui, e isso é uma escolha:
- Consome menos recurso. Um contêiner carrega o próprio sistema, o próprio servidor web e o
próprio runtime. Em uma VPS pequena essa duplicação pesa, e é justamente onde a maioria dos
sites vive. - Roda mais rápido. PHP direto no nginx, com o cache do servidor na frente, entrega mais que a
mesma aplicação atrás de uma camada extra de rede e de proxy. - O isolamento já existe. O motivo mais citado para usar contêiner é separar as aplicações, e
isso o usuário Linux por site já resolve, sem o custo do contêiner.
Na prática: em um servidor pequeno cabem vários sites PHP, e apenas uma ou duas aplicações Docker.
Os três tipos
| Tipo | Para quê |
|---|---|
| WordPress | Sites, blogs e lojas em WordPress, já otimizados |
| Mautic | Automação de marketing, e-mail e captura de leads |
| Custom | HTML puro, uma pasta dist/build pronta ou uma aplicação PHP sua |
O que os instaladores têm em comum
Os três perguntam praticamente a mesma coisa:
- Domínio do site.
- Versão do PHP, entre as instaladas no painel.
- SSL: ativar ou não, e como validar (via HTTP ou via Cloudflare).
- Dados de acesso: usuário, e-mail e senha, quando a aplicação tem login.
Com a integração Cloudflare ligada, o painel ainda cria os registros
de DNS sozinho e emite o SSL mesmo que o domínio ainda não aponte para o servidor.
A diferença está no que cada aplicação precisa: o instalador do Mautic já configura todos os crons
de uma vez; o Custom pergunta se você quer PHP público e banco de dados.
O que muda depois de instalado
Todo site abre uma tela de gestão com abas próprias: SSL, PHP, vhost, crons, logs, banco,
arquivos, SFTP, terminal, backup e segurança. Essas valem para os três tipos.
O que é exclusivo:
- WordPress: abas de Cache/Otimização (cache do servidor, Redis, otimização de imagens) e
de E-mail, além do plugin GW Cache. - Mautic: o perfil de cron escolhido na instalação, e os ajustes de produção
(geolocalização, anti-spam e SMTP próprio). - Custom: ligar ou desligar o PHP público e adicionar um banco quando a aplicação
passar a precisar.
No menu à esquerda cada tipo tem o seu conjunto completo: abra WordPress, Mautic ou
Custom e a lista já traz tudo que se faz naquele tipo de site.
Veja também
Em vídeo: Aula 01 · Conhecendo o GW Server a partir de 08:09