O que é

O GW Server faz cache no servidor, sem depender de plugin de cache do WordPress, e isso rende muito mais que qualquer plugin. Na aba Cache/Otimização do site você escolhe entre três modos: Sem cache, FastCGI e Redis. O cache é aplicado por uma reescrita no vhost do nginx.

Aba Cache/Otimização, com os modos de cache, cache de objetos Redis e imagens em formato moderno

Não use o plugin LiteSpeed Cache com o GW Server. Ele é para servidores LiteSpeed; aqui rodamos nginx, e ele não serve para nada nessa configuração.

Os três modos de cache

Sem cache: o servidor não faz cache. Use quando estiver construindo ou reformando o site (trocar tema, muitos testes), ou quando quiser usar um plugin de cache do WordPress (como o WP Rocket). Misturar cache do servidor com plugin de cache dá conflito e quebra coisas.

FastCGI: na prática, o melhor cache. Flexível, aguenta alto tráfego, aceita exclusão de URLs. Ideal para blogs, páginas estáticas e a maioria dos sites com tráfego.

Redis: guarda o cache direto na memória RAM. Além de cache de página, faz cache de objetos (transientes e consultas ao banco). É mais adequado para e-commerce e áreas de membros, que leem e gravam muito no banco, e rende melhor em servidores com bastante memória.

Em servidores pequenos (ex.: 1 GB de RAM), o FastCGI costuma vencer o Redis como cache de página: o Redis guarda muita coisa na memória, que é escassa. Nesses casos, FastCGI é o padrão recomendado. Comprovado em Teste de carga real.

Cache de página × cache de objetos

São coisas diferentes, e o segredo é combiná-las:

  • Cache de página: o HTML pronto da página. Feito pelo FastCGI ou pelo Redis.
  • Cache de objetos, o que não aparece direto na página: consultas ao banco, transientes, o carrinho, ações de usuário logado. Feito pelo Redis.

A configuração de ouro

A combinação que rende mais na maioria dos sites: FastCGI para as páginas + Redis para objetos.

O cache de objetos ativa-se com um clique, na própria aba, sem instalar plugin de terceiros: o painel injeta o object-cache.php em wp-content automaticamente, já com as exclusões certas (carrinho, login, checkout) para o e-commerce funcionar. Ele aparece em Plugins → Avançado → Cache de objeto dentro do WordPress.

Se você migrou um site que já usava Redis via plugin, não precisa mais dele: o cache de objetos do GW Server torna o plugin de Redis de terceiros obsoleto.

Como testar o cache (cabeçalhos HTTP)

O jeito certo de confirmar o cache é ler os cabeçalhos de resposta:

  1. Abra o site numa guia anônima.
  2. F12 → aba Rede, recarregue e clique na linha da página (a home).
  3. Em Cabeçalhos da resposta, procure a entrada do cache.
  • FastCGI ativo mostra fastcgi-cache: HIT (o HIT = página servida do cache).
  • Redis mostra a entrada própria dele nos cabeçalhos.
  • Sem cache, nenhuma entrada de cache aparece.

Lembre que o FastCGI carrega o cache no primeiro acesso de cada página; a partir do segundo já vem do cache.

Limpeza

Quem dispara a limpeza do cache do servidor a cada alteração no WordPress é o plugin GW Cache , ver O plugin GW Cache. A aba de cache também tem o botão de limpar manualmente.

Veja também


Em vídeo: Aula 09 · Recursos de gestão do WordPress a partir de 03:55 · Aula 12 · Otimização pós-migração a partir de 12:39 · Aula 14 · Cache do WordPress a partir de 02:38 · Aula 15 · Teste de tráfego a partir de 11:15 · Aula 16 · Redis: cache de objetos a partir de 02:19