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02:38· Apresentando a Guia de Cache Nativo do GW Server03:00· Quando usar a opção “Sem Cache”? (Reformas, manutenções e conflitos com WP Rocket)04:02· O poder do FastCGI: Melhor opção para blogs e páginas estáticas04:30· Entendendo o Redis Cache: Como a Memória RAM melhora e-commerces e áreas de membros06:41· Como inspecionar a Rede (F12) e ler cabeçalhos HTTP (fastcgi-cache: HIT)08:47· Testando e validando a leitura de cabeçalhos de resposta do Redis Cache14:36· A Configuração Ouro: Unindo FastCGI (Páginas) com o Redis (Objetos de Banco de Dados)15:45· Sincronizando o Redis Object Cache oficial com o Limpador do GWS Cache
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02:19· A GRANDE NOVIDADE: Redis Object Cache sem precisar de Plugins de terceiros03:23· Como ativar o Cache de Objetos com 1 clique direto no GW Server04:02· O que acontece nos bastidores: Conheça a injeção do arquivo object-cache.php04:50· A Configuração de Ouro: FastCGI Cache + Cache de Objetos ativo
O que é
O GW Server faz cache no servidor, sem depender de plugin de cache do WordPress — e isso rende
muito mais que qualquer plugin. Na aba Cache/Otimização do site você escolhe entre três modos:
Sem cache, FastCGI e Redis. O cache é aplicado por uma reescrita no vhost do nginx.
Não use o plugin LiteSpeed Cache com o GW Server. Ele é para servidores LiteSpeed; aqui rodamos
nginx, e ele não serve para nada nessa configuração.
Os três modos de cache
Sem cache — o servidor não faz cache. Use quando estiver construindo ou reformando o site
(trocar tema, muitos testes), ou quando quiser usar um plugin de cache do WordPress (como o WP
Rocket). Misturar cache do servidor com plugin de cache dá conflito e quebra coisas.
FastCGI — na prática, o melhor cache. Flexível, aguenta alto tráfego, aceita exclusão de
URLs. Ideal para blogs, páginas estáticas e a maioria dos sites com tráfego.
Redis — guarda o cache direto na memória RAM. Além de cache de página, faz cache de
objetos (transientes e consultas ao banco). É mais adequado para e-commerce e áreas de membros,
que leem e gravam muito no banco, e rende melhor em servidores com bastante memória.
Em servidores pequenos (ex.: 1 GB de RAM), o FastCGI costuma vencer o Redis como cache de
página — o Redis guarda muita coisa na memória, que é escassa. Nesses casos, FastCGI é o padrão
recomendado. Comprovado em Teste de carga real.
Cache de página × cache de objetos
São coisas diferentes, e o segredo é combiná-las:
- Cache de página — o HTML pronto da página. Feito pelo FastCGI ou pelo Redis.
- Cache de objetos — o que não aparece direto na página: consultas ao banco, transientes, o
carrinho, ações de usuário logado. Feito pelo Redis.
A configuração de ouro
A combinação que rende mais na maioria dos sites: FastCGI para as páginas + Redis para objetos.
O cache de objetos ativa-se com um clique, na própria aba, sem instalar plugin de terceiros:
o painel injeta o object-cache.php em wp-content automaticamente, já com as exclusões certas
(carrinho, login, checkout) para o e-commerce funcionar. Ele aparece em Plugins → Avançado →
Cache de objeto dentro do WordPress.
Se você migrou um site que já usava Redis via plugin, não precisa mais dele — o cache de
objetos do GW Server torna o plugin de Redis de terceiros obsoleto.
Como testar o cache (cabeçalhos HTTP)
O jeito certo de confirmar o cache é ler os cabeçalhos de resposta:
- Abra o site numa guia anônima.
- F12 → aba Rede, recarregue e clique na linha da página (a home).
- Em Cabeçalhos da resposta, procure a entrada do cache.
- FastCGI ativo mostra
fastcgi-cache: HIT(oHIT= página servida do cache). - Redis mostra a entrada própria dele nos cabeçalhos.
- Sem cache, nenhuma entrada de cache aparece.
Lembre que o FastCGI carrega o cache no primeiro acesso de cada página; a partir do segundo já
vem do cache.
Limpeza
Quem dispara a limpeza do cache do servidor a cada alteração no WordPress é o plugin GW Cache
— ver O plugin GW Cache. A aba de cache também tem o botão de limpar
manualmente.